15 municípios.
Um desafio em comum.
A CTGE Eng. Roberto Infiesta foi estruturada para atender 15 municípios integrantes do CIVAP. A proposta regional permite compartilhar uma infraestrutura especializada de tratamento e recuperação energética, reunindo escala, planejamento e integração para enfrentar um problema que ultrapassa as fronteiras de cada cidade.
INTEGRAÇÃO REGIONAL
15
municípios integrantes do CIVAP
MAPA INTERATIVO
Explore os 15 municípios
Interaja com o mapa para consultar população, geração estimada de RSU e distâncias informadas para cada município.
15 municípios do CIVAP
Assis
Cândido Mota
Cruzália
Echaporã
Florínea
Ibirarema
Lutécia
Oscar Bressane
Ourinhos
Palmital
Paraguaçu Paulista
Pedrinhas Paulista
Platina
Santa Cruz do Rio Pardo
Tarumã
ESCALA, PLANEJAMENTO E INTEGRAÇÃO
Por que uma solução regional?
01
Infraestrutura compartilhada
Uma única estrutura especializada atende quinze cidades, em vez de quinze soluções paralelas resolvendo o mesmo problema.
02
Planejamento de longo prazo
A concessão cria uma estrutura contratual e operacional que garante continuidade à destinação dos resíduos ao longo dos 30 anos previstos.
03
Logística integrada
A localização e as rotas foram pensadas a partir da origem dos resíduos e da malha viária da região.
04
Escala para inovação
Somados, os volumes dos municípios viabilizam uma solução tecnológica que nenhuma cidade sustentaria isoladamente.
LOCALIZAÇÃO E PLANEJAMENTO
Por que Palmital?
A escolha da área não foi uma decisão de conveniência. Ela resultou de estudos técnicos, ambientais e logísticos desenvolvidos para o empreendimento e validados no processo de licenciamento. Entre os critérios analisados:
Acesso rodoviário
A área está conectada à Rodovia Raposo Tavares (SP-270), principal eixo viário regional. Essa ligação facilita o deslocamento dos veículos que transportam resíduos até Palmital e integra a CTGE às rotas dos municípios participantes, oferecendo uma referência clara de acesso para a operação regional.
Centralidade logística
Palmital ocupa posição estratégica em relação aos municípios participantes e às áreas de origem dos resíduos. Essa centralidade ajuda a organizar os trajetos de coleta e transporte, distribuir os deslocamentos pela região e integrar a infraestrutura da CTGE a uma operação compartilhada, planejada para atender o conjunto das cidades.
Compatibilidade aeroportuária
A área está fora da Área de Segurança Aeroportuária definida pela Lei nº 12.725/2012. O estudo apresentado no licenciamento mediu 21 km entre o centro da pista do Aeroporto Estadual de Assis “Marcelo Pires Holzhausen” e o terreno, na zona rural de Palmital.
UM ESCLARECIMENTO IMPORTANTE
A restrição da Área de Segurança Aeroportuária existe para evitar a atração de aves nas proximidades de aeroportos — risco associado principalmente a áreas de disposição de resíduos a céu aberto. Na CTGE, o recebimento e o processamento acontecem integralmente em prédio fechado e sob pressão negativa. O resíduo não fica exposto em momento algum.
Nenhum recurso público entra na construção da planta.
Os municípios e o consórcio não fazem nenhum investimento inicial. O pagamento começa apenas quando a operação começar, e é calculado sobre o resíduo efetivamente entregue na CTGE.
