O legado
Uma história construída para transformar um desafio regional.
Um problema que
não pertence a uma cidade só

A tecnologia encontra o projeto
A tecnologia
encontra o projeto
A concessão que dá origem à BAL CIVAP
A concessão que
dá origem à BAL CIVAP
CTGE Eng. Roberto Infiesta
A partir dos anos 1970, Infiesta dedicou-se à gaseificação de carvão e participou da construção de 22 plantas, no país e no exterior. A virada veio com o gás natural: quando o gasoduto Brasil–Bolívia trouxe gás subsidiado ao mercado brasileiro, a gaseificação de carvão perdeu espaço e a tecnologia precisou se reinventar.A Central de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos e Geração de Energia leva o nome do Eng. Roberto Infiesta, um dos precursores da gaseificação no Brasil.
Foi então que o resíduo urbano entrou no radar. Por conter carbono em sua composição, ele podia ocupar o lugar antes reservado ao combustível fóssil. Depois de anos de estudos e adaptações, Infiesta desenvolveu um reator capaz de gaseificar resíduos sólidos e patenteou o processo.
Sr. Roberto nos deixou em 2017. O legado seguiu com seus filhos, hoje à frente da implantação do processo de gaseificação em Palmital.
Da ideia à infraestrutura
Hoje a obra da CTGE avança em Palmital, com estruturas industriais e sistemas de processamento dimensionados para receber até 300 toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia, vindas dos 15 municípios participantes.Construir a planta é a parte visível. A outra parte é o compromisso que vem junto com ela: operar por décadas uma solução ambiental de alta complexidade, manter os controles ambientais, prestar contas à sociedade, fazer educação ambiental e evoluir junto com a gestão de resíduos da região.
O legado que a BAL CIVAP quer deixar é simples de enunciar e difícil de executar: mudar a relação da região com seus resíduos, recuperando valor onde antes havia apenas descarte.